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Loulou

Loulou

Vai uma ajudinha?!

Caramba... como o tempo passa depressa.

Uma pessoa ausenta-se por uns tempinhos daqui e quando volta ele é só novidades. Logo para começar as da equipa do sapo. Que nos presenteia com um espaço (homepage) renovado , novo visual, muito mais apelativo e interactivo.

Boa! Parabéns malta. Adorei! 

Está tudo tão, mas tão apetecível a estar-se aqui mais vezes, a ler, a interagir com quem por cá mora....

Mas eu sou uma espécie de ovelha negra. Só cá venho quando posso...

Não é por má vontade, ou falta dela. Preguiça, falta de motivação. Ou ainda, de não ter o que escrever e para isso mais vale não o fazer do que escrever um qualquer disparate. Falta-me sim e as vezes o tempo. E como o tempo urge e nos escorre, como que, por entre os dedos d e uma mão, mais vale, passar ao que interessa a estar para aqui com filosofias baratas.

Agora as minhas novidades....

Como já seria de calcular passam pelo desenho.

E aqui está ele...

Um pouquinho mais abaixo, mas antes preciso de vocês que ainda estão a ler!

Não sei se já repararam mas está sem título.

Verdade. Sem título. Embrenhei-me, de tal maneira, no desenho deste pequenote, que agora, quero dar-lhe um título e a inspiração... essa... foi-se. 

E é aqui que vocês entram. Preciso, muito, da vossa preciosa ajuda!

Têm sugestões?! 

 

Cão com rebuçado II .jpg

Desenho a lápis de cor sobre papel

Calculo que já tenham reparado... desta vez desenhei um cão! Para quem pensava que só desenho gatos... Penso que, até, não me saí mal de todo!

Material usado:

folha papel preta - A5 - Carb'on da Clairefontaine

lápis polychromos da Fabercastell

lápis pablos e luminance da Caran d'ache

foto referência - fonte -  pixabay

 

Fotos de como o desenho evoluiu

cãozinho com rebuçado_Louloucolors.jpg

 

cão com rebuçado_louloucolors.jpg

 

 

 

"Remembering childhood"

É incrível como uma simples foto... que nem sequer é nossa, mas de tão cativante, tão hipnotizante que é (para mim é certo) nos consegue prender e trazer-nos memórias antigas.

Escusado será dizer que a desenhei à medida que ia desfiando essas mesmas memórias. Memórias duma infância vivida na casa dos meus avós. Deixo aqui o texto que, em tempos escrevi e, no fim, o meu desenho!

Ao contrário da maioria das crianças que anseiam por ter um animal para companhia, eu quando nasci já tinha em casa... ora deixa cá ver... uma gata, uma cadela, peixes, hamsters que se reproduziam que nem coelhos e claro um casal de canários! E ainda... há sempre um e ainda... na casa dos meus avós... um pato, perus, coelhos, rolas, três gatas, etc... todos eles animais de estimação. Todo o animal que naquela casa entra-se haveria de morrer de doença ou velhice nunca no prato...

Bons tempos...

Tinha à volta dos 4 ou 5 anos e numa ida com a minha mãe ao antigo mercado de Benfica, encontramos à venda uns pintos... Mas não eram uns pintos quaisquer eram uns pintos às cores. Ou seja, em vez do tradicional amarelo, eram azuis, rosa, amarelo mais intenso e senão me engano verde... Contam-me mais tarde que estanquei de malas e bagagens, ao pé da banca e só de lá saí com a minha meia dúzia de pintos coloridos...

Foram para a varanda e lá passava eu horas ao pé deles...

Foram crescendo, mudando de cor e a sua estadia na nossa casa estava a ficar incomportável. E para onde é que foram? Para casa dos avós que coitados, já tinham pouco com que se entreter...

Mas estes eram especiais, não só pela sua plumagem ter sido de outra cor, tinham alterações de comportamento, muito provavelmente devendo-se ao facto de terem sido injectados com o produto que lhes coloriu as penas.

Viviam-se tempos de inocência... e para o comum dos mortais, na altura era impensável saber-se o mal que se estaria a fazer aos animais... depressa se descobriu...

Todos tinham por assim dizer uma pancada... Um deles, um dia apanhando a porta aberta que daria acesso à cozinha, entra por ali adentro e salta para dentro do tacho.... Quereria ele terminar os seus dias no prato?!!! E isto foi só uma vez? Não, sempre até morrer velhinho... outro, achava que era um coelho... Mas havia um em especial que me marcou... o galo Cunhal...

As idas a casa dos meus avós era o hapiness dos meus dias, altura em que podia "esponjar-me" à vontade, brincar, correr, mexer na terra, apanhar as flores. Enfim, experienciar aquilo que hoje muitas das nossas crianças não conhecem, como ainda fazer festinhas aos animais... será?

De penas brancas, crista vermelha o galo Cunhal, assim chamado pela minha avó devido às parecenças da melena do então dirigente de um partido conhecido, e só isso mesmo... Alto e vistoso impunha respeito a quem se atrevesse a pôr o pé no quintal. Até mesmo os outros animais o temiam...

Coitado não me conhecia... Assim que me apanhava no quintal ou melhor, assim que me avistava, começavam as nossas corridas... ora corres tu atrás de mim... ora corre o meu avô atrás de ti.... e andávamos às voltas, e voltas no quintal até ele se cansar... o que não demorava muito! Agora que penso nisto, deve ter sido por isto que... anos mais tarde no secundário, nas aulas de ginástica, era sempre chamada para as provas de sprint...

Andava tudo num virote quando aquele bichinho estava à solta no quintal... até à minha avó, pessoa a quem tinha algum respeito, um dia a bicou nas pernas... Lá andou ela em tratamentos durante algum tempo... O peru no inicio ainda tentou impor-se, mas nada, o raio do galo era maluco, até contra as flores investia... coitado...

Ainda durou alguns anitos... o que é certo é que depois da sua partida aquele quintal durante algum tempo perdeu a vida, o movimento que o "simpático" bichinho dava... Fica a memória do melhor galo armado em cão-guarda que aquele quintal conheceu!

Enfim.... memórias de outros tempos, dum tempo em que pensava viver no mundo encantado da bicharada...

Isto só cá para nós.... não é que a coisa tenha mudado muito!...

 

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Desenho a grafite - 13,5x 19,5 cm

 

 

Rudolfo.... & Rudolfo?!...

E aquele dia quando menos se espera....

Aquele dia que se pensa que NUNCA vai acontecer....

... pois as probabilidades de tal acontecer são mínimas, diria ínfimas, senão mesmo reduzidas ao campo das probabilidades. Por mais que se pense nas hipóteses de tal acontecer, a resposta, essa, é sempre a mesma... Nenhumas...

"Ufa... que alívio. Para quê pensar em tal? Nãaaa... impossível de acontecer."

... CHEGA... e... ACONTECE.

Tudo começa com um ...

"Olá! Será que me pode desenhar o meu gato?!"

Boa! Alguém interessado(a) nos meus desenhos. Alguém que aceitou que ainda sou uma mera aprendiz de feiticeiro, ups, autodidacta à procura e a aperfeiçoar o seu próprio traço. Aaaahhhh! O "meu" mundo é todo ele cheio de flores, borboletas e unicórnios (este último, só porque fica aqui bem...). Não penso em mais nada, quais alterações climáticas, quais crimes violentos, quais políticos corruptos.... Nãaaaa... Só naquele momento de felicidade em que alguém nos procurou para... desenharmos o seu gatinho... 

Yeaaaahhhhhh!!!!

Isto até...

Ficar esclarecida que queriam dois desenhos.

E o coração bate descompensado tamanha é a felicidade. Não um mas dois desenhos! Uauuu...

Se assim fico quando me pedem para fazer dois retratos, o que será se me sair algum dia o Euromilhões?! (ok... ok, é só um sonho, mas nunca se sabe...)

Mas a história não acaba aqui.

Não... não... Senão qual era a graça?!

A graça foi quando me deslindaram que era...

 

O mesmo gato ... o mesmo desenho ... duas vezes....


?????.....

... e o meu mundo entrou em colapso. A tragédia, essa desgraçada, correu à frente dos meus olhos, o horror, esse, atirou-se da ponte abaixo, o pânico saiu para comprar tabaco e até hoje, nunca mais voltou e o drama, pobre coitado, sem saber como nem bem porquê respondeu por mim...

 ... "É claro que sim, eu faço..."

Dois Rufolfos?!

 

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Rudolfo... o mesmo gato desenhado duas vezes!

Rudolgo IV.jpg

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67956717_908587706159351_6023732108411797504_n.jpgEm modos de resumindo e concluindo...

Feito.

Entregue. 

Prova superada!

Ufa...

 

 

 

 

Tenha juízo...

... não seja tola. 

 

Há dias assim...

 

Passo a explicar...

Não sei se acreditam, ou não, no destino, em coincidências, em predestinação, ou no que quiserem... mas o que é certo é que há coisas para as quais, às vezes, não temos aparentemente qualquer justificação. E elas acontecem só para nos lembrar de que isto anda tudo ligado.

Então, não é que no outro dia... por força do destino, do karma, do universo... encontrei um conhecido meu. Alguém tão excepcional na sua arte, que, para mim, estará ao nível dos mestres. É restaurador/conservador de obras de arte (quadros). Alguém que preso e muito a sua opinião, pela sua inteligência, metodicidade, experiência, lucidez, etc... É daquelas pessoas que gosta, sem reservas, de partilhar a sua sabedoria, a sua experiência.

Do inicial... Olá tudo bem, como estão as coisas? Passa-se para outros temas próprios de quem já não se encontra há já algum, longo, tempo. E conversa puxa conversa como quem come cerejas... Às tantas, ganho coragem e pergunto, qualquer coisa do género...

 

Ando à procura de um curso de desenho. Vá lá, de retratos. Assim... para pessoas como eu... autodidactas (a achar que desenham alguma coisa). Mais virados para o retrato.

 

Retrato especificamente... Há cursos, workshops para aprender a desenhar, básicos, ensinam...

 

"Saco" do telemóvel e mostro alguns dos desenhos que tenho vindo a fazer.

E vou-o sarnando... explicando que só comecei a desenhar a lápis de cor, à cerca de um ano. Que nunca frequentei nenhum curso, tirando as aulas do liceu... no tempo dos afonsinos, para não dizer dinossauros, que me faria parecer mais velha do que realmente sou (eheheheh). Aproveitando, à medida que vou correndo a galeria de fotos, para perguntar o que posso aperfeiçoar neste desenho ou naquele outro... 

Ele, vai vendo. Vai abanando a cabeça... Amplia as fotos. Olha para mim... Queixando-me que uma das minhas maiores dificuldades passam pelas orelhas.

As orelhas, essas malvadas sem coração que me eriçam os cabelos. Vá se lá saber o porquê... Sejam elas de figuras humanas como de animais, quando chega a hora de desenhar o raio das orelhas... empenco.. e ficam para o fim. Só para não me desmotivar do desenho.

O que gosto mesmo é desenhar... O.O ... olhos!

 

Estão muito bem! Cada um traceja como lhe dá mais jeito. Mas estes esboços estão muito bem feitos. Proporções correctas... 

Acaba por dizer ao ver uns passo-a-passo que ainda não tinha descarregado do telemóvel. Será por simpatia? Penso eu....

 

O mais difícil de se retratar é a expressividade. Há que ter em atenção que desenhar um animal não é a mesma coisa que uma pessoa. Lembrar sempre de se ter em conta e estudar bem o contraste de luz/sombras. Daí é que haja tanta gente a desenhar figuras tolinhas (pessoas) sem expressividade nenhuma. Um curso dá bases, ensina técnicas e truques, é sempre uma mais valia...

 

Continua a ver as fotos até que lhe mostro esta...

Nikki 2018_2019.jpg

... montagem que fiz para ver o que progredi neste, meu primeiro ano a desenhar. Ambos a lápis de cor. Ainda que sejam com base em fotos diferentes, trata-se da mesma retratada. A minha Nikki.

E continuou a abanar a cabeça...

Não querendo roubar-lhe muito mais tempo, não vá ele estar a pensar, olha só o que me tinha de sair hoje na rifa... Para remate da conversa, ainda lhe mostro esta... 

retrato Joaquim Barreiros com assinatura.jpg

O meu primeiro e até agora único retrato que fiz. Lá está... a orelha... 

Olha, novamente, para mim e diz...

 

Curso????

O brilho dos olhos está lá, o líquido dos lábios (gata) também, assim como a expressão. As orelhas estão muito bem!

O que mais quer aperfeiçoar que não o faça com a prática?! 

Tenha juízo... não seja tola. Já está noutro nível. 

 

p.s. I

Ao meu querido Universo!

Muito obrigada por, linhas tortas, cruzadas ou direitas, electromagnéticas, telúricas, etc., teres conjecturado o cruzamento deste meu querido conhecido (reservo a sua identidade) no meu caminho, no outro dia. Para além de, poder ter revisto uma pessoa de que muito preso e estimo, de ter tido a sua opinião como profissional, ainda vim para casa com uma "mão cheia" de dicas para me ajudar a aperfeiçoar o desenho.

 

p.s.II

Muito obrigada meu querido Sapinho, pelo destaque, na passada sexta-feira, ao meu post - Quando um dos nossos gatos vira projecto...

Um grande beijinho para toda a equipa!

Aproveitem, porque não sou moça de andar por aí a dar beijos a qualquer um...

 

 

 

Quando um dos nossos gatos vira projecto para capa de telemóvel...

...o resultado é este!

Apresentação1.jpg

Pobre Jaqui...

Ver toda a sua elegância reduzida a um projeto para a capa do telemóvel da sua meowmy.

Só espero é que ele não se arme em Conan Osíris e ainda se me lembre de partir...

...o telemóvel...

Jaqui.jpgA vida é feita de desafios e de superações e à conta disso, há uns tempos atrás, propus a mim própria, fazer uma capa para a capa do telemóvel.

Vai daí...

Pareceu-me boa ideia pegar numa folha de papel de 7x14cm e desenhar. Para além de aperfeiçoar técnicas de desenho deu para treinar "o olho" e focar-me nos detalhes mais importantes. já para não falar do contraste luz/sombra.

Até começar a desenhar e a sobressaltarem-me as dúvidas do costume. As de quem ainda anda nisto há... um ano. Mas que sente que a cada desenho, a casa dia que passa vai ganhando confiança e descobrindo o seu próprio traço.

Jaqui-1.jpg

 

 

 

 

 

O material tem sempre razão...

 

Na busca do papel perfeito para se desenhar (o mais realista que me é possível até ao momento), por vezes, tropeça-se em papeis que se tornam autênticos desafios. Ou porque são de baixa gramagem e não permitem que se apliquem muitas camadas de cores distintas, umas por cima das outras, ou, porque apresentam um "grão" que não nos permite grandes detalhes.

Mas já que se os tem em casa, há que lhes dar uso...

Escolhe-se a foto perfeita, faz-se o esboço a lápis no papel e acto contínuo, começa-se a "pintar" (desenhar a cores).

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Se no início tudo corre bem, e se aplicam-se os tons sobre tons até se obter a cor pretendida... quando chega a hora dos detalhes que vão dar a graça ao desenho...

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...aí é que a porca torce o rabo... 

Num acto de rebeldia, continuo, a um suposto atentado contra a sua natureza e por mais que tenta-se dar a volta, o papel não cedeu. 

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Eu tentei...

Mas o papel foi mais forte que eu e venceu.

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Material usado

Lápis fabercastell polychromos e Caran d'ache pablos

    Papel Fabrianno pastel 13x18 cm

 

Ruby, retratado aos 10 meses de vida.

Este gatinho apareceu na minha vida, vai a caminho de um ano. Mais precisamente a 15 de agosto de 2018. Dia de feriado religioso. Na altura,com sensivelmente 2 meses de vida, foi visto no meio de uma estrada. Por pouco não fora atropelado por um carro. Quem presenciou contou que o condutor viu-o, parou o carro pegou nele e simplesmente.... colocou-o no passeio, mesmo ao lado da estrada e desandou.

....

Enfim, agora é um gato feliz, na companhia dos meus outros 3!

 

 

Quanto tempo leva um desenho a ser feito...

 

... se eu lhe pedir para fazer-me um?!

 

A par doutras, esta é, talvez, a pergunta que mais me fazem.

A seguir a quanto levo (€s) por um desenho... Ora bem, quanto a esta segunda, aviso desde já que ainda não estou a fazer comissões. E sim, quero fazer. E, muito seriamente, ando a pensar, que parte desse valor vá reverter para uma associação de protecção animal. Mas se houver alguém interessado(a), por favor contacte-me!

 

Quanto tempo leva um desenho a ser feito.

 

A reposta é... depende.

Para já, aqui e agora, é-me difícil dizer, com precisão, o tempo que poderei levar por um desenho. Sei que há quem o faça já com um tempo programado e que consiga, nesse espaço de tempo estipulado, fazer autênticas obras de arte. Mas eu... como mera curiosa autodidacta e com um ritmo muito próprio, quase pareço uma tartaruga! Para quê ser lebre se depressa e bem à pouco quem.

Kiko I.jpg

Porque...

Vai depender de vários factores, tais como, o que se desenha. Um retrato ou uma paisagem requerem abordagens diferentes. Se, por exemplo, num retrato se tenta valorizar as expressões faciais, os contornos do rosto (ou focinho, se for um animal), os olhos, etc, numa paisagem valoriza-se o contexto. Na qual, acredito que não é preciso dar-se muita importância aos pormenores como a que é dada ao retrato.  

Depois, depende ainda de outro factor... Trabalho!

Pois é. Há que tentar ter-se sempre um pouco de tempo para tudo. Com jeitinho lá vou conseguindo conciliar o tempo para o desenho com o trabalho (escritório) e a família (gatos incluídos!). Mas, se há dias em que consigo arranjar um bocadinho de tempo para me assentar no meu cantinho e rabiscar qualquer coisa, outros há, em que nem tempo para sentir... o cheiro dos lápis... tenho. É quando me tempo vingar aos fins de semana! 

Kiko II.jpg

A nossa disposição...

Muito importante, se não o factor mais importante. Dizem que o desenho, pintura, é também um reflexo de quem o pintou. É certo que também é considerada uma espécie de "terapia de relaxamento". Mas será que alguém quererá ter na parede de sua casa, um quadro, ou moldura, em que estejam reflectidos sentimentos negativos. Aqueles que surgem após um dia stressante no trabalho? Não, pois não?! Também me parece que não. Para além de que desenhar em dias, de maior estafa, o resultado pode mesmo ser desastroso.

É a grafite ou a cor?

Pela minha pouca experiência, noto que, levo um pouquinho mais de tempo a desenhar a cores do que a grafite. Quanto ao grau de exigência... o mesmo.

Mas afinal quanto tempo levo?

 

E com isto não quero dizer que levo uma eternidade a ter um desenho pronto. Nada disso. O máximo que, para já, posso estabelecer como tempo... será dias. Até x dia da semana tal, penso que conseguirei ter xyz pronto.

É o que tenho tentado praticar com o que vou fazendo. Ver o tempo que, mais ou menos, levo...

Kiko III.jpg

Se, anteriormente referi que o desenho é expressão daquilo que vai na alma, então o que quero ver refletido nos meus desenhos é somente... o meu amor por aquilo que estou a fazer! Leve o tempo que levar...

Pois acredito que é realmente importante retirar prazer, e todos os benefícios que daí advém,  do que e quando se está a desenhar ou a fazer algo do qual gostamos muito.

Para a próxima apresento como ficou!

 

"Drawing takes time.

A line has time in it."

 

                                                                                                                      David Hockney

 

Olhó Farrusco...

... Farrusquiiiiinho!

 

Tudo o que tem um início, muitas das vezes, parte de uma necessidade, vontade ou até mesmo de um desejo profundo. É algo que nos é mais forte. Como um bichinho que rói cá dentro e não nos dá descanso até pormos mãos à obra.

E um dia, essa vontade é arrasadora e transborda. Sai cá para fora e corre desvairada... 

Se, da mesma forma que peguei nos lápis e num papel e desenhei o meu primeiro gato. O tal bichinho roeu e roeu e depois desse surgiram outros desenhos. Até que, um dia, propuseram-me desenhar um cão. Não um cão qualquer. Não...  Um cão especial. Um docinho que está à guarda de uma Associação de Protecção Animal. Um desenho para ajudar na angariação de fundos.

E se até aqui, o que tinha desenhado era somente para mim, a ideia de desenhar um, neste caso, cão... confesso que me fez tremer as pernas. 

Mas a causa era e é mais que nobre. E não podia de maneira alguma recusar. Mesmo estando longe, tinha de alguma maneira, os ajudar naquilo que pudesse. Naquilo que estivesse ao meu alcance. Para além de ser um desafio por demais tentador. 

E assim nasceu aquele que para sempre será...

O meu primeiro desenho de um retrato de um cão

....O Farrusco...

Farrusco I.jpg

Depois do Farrusco veio a Amélie, uma adorável cadelinha que irei falar dela noutro post.

20181016_171551.jpg20181017_083641.jpg

Materiais usados:

Lápis - Fabercastel Polychromos e Caran 'd'ache pablos

Papel - A4 Canson Bristol

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Se quiserem conhecer mais sobre este patudinho simpático, apesar da sua já avançada idade, contactem a  Alaar - Associação Limiana dos Amigos dos Animais de Rua. Visitem, apadrinhem ou adoptem um animal. Tal como o Farrusco, estão outros cães e gatos à espera, daquela, que será a sua para sempre casa!
Foto referência para o desenho de: Michele Hasselti

Até à próxima!

O primeiro de muitos!

Olá!

Bem-vindos a esta minha outra "casinha"!

Aqui a Loulou é a mesma de sempre! Sim continua apanhada do clima!... E sim o outro blog também continua. O que muitos talvez ainda não saibam é que, muito recentemente, meteu na cabeça que sabia desenhar.

Caprichos de uma autodidacta. Pois num belo dia lembrou-se de pegar nuns lápis de cor, rabiscou um gato num papel e gostou do que fez.

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Daí a criar uma página no insta... e partilhar com o mundo, essa recente tonteria, foi um passinho. 

Mas como é pessoa para não se dar por satisfeita e quer mais... 

Até parece que não tem mais nada que fazer. Ele é emprego, família e 4 gatos. É como se costuma dizer... tudo ao molho e "força na maionese"! 

Pegou no seu velhinho blog e começou a partilhar a sua recente paixão. Lá. Mas o blog já aborda um pouco de tudo e mais uns trocos. Para além de ser do tempo do troca o passo. Um blog ansião de barbas grisalhas, tamanha é a antiguidade. Achou por bem separar as águas...

Assim pensou assim fez...

E é quando surge a ideia de criar um outro blog, aqui à mesma, na sua rua preferida, aquela que fica no Bairro do Sapo. Onde ela é feliz e se sente como que em casa!

Um blog só virado para esses seus desaires da pintura! Uma nova aventura!

E cá está ele. Ainda quentinho. Só com uma página escrita. A primeira de muitas!

Espero que venham a gostar!

Cá vos esperarei!

Loulou

 

 

 

 

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